A Dança da Chuva

VOCÊ ACREDITA NA DANÇA DA CHUVA?

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Não?

Então veja essa: Em 1998, o estado de Roraima teve quase 1/4 de seu território queimado devido a uma seca que já durava três meses. Depois de frustradas tentativas de apagar o fogo, o governo resolveu recorrer à crendice popular. Dois índios caiapós, Kucrit e Mantii, foram levados do Mato Grosso até Boavista para executarem a dança da chuva. As passagens e o hotel foram pagos pela Funai. Os dois pajés dançaram durante 40 minutos, às margens do rio Curupira, pedindo chuva ao deus Coroti. Para surpresa geral, a chuva veio e apagou a maior parte dos focos de incêndio.

Outras culturas também desenvolveram algum ritual desse tipo – incluindo os antigos egípcios, os maias e os astecas.

 

Fonte: Senta que lá vem história

Quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016.

Lei da Águas – o que é isso?

Agência Nacional de Águas – ANA produziu um vídeo muito interessante sobre a Lei das Águas (Lei nº 9.433/97), que surgiu para assegurar a distribuição do recurso a todas as regiões do Brasil.

 

O que é a Lei das Águas?

 

Em 1997 entrou em vigor a Lei nº 9.433, também conhecida com “Lei das Águas”, que instituiu a Política Nacional de Recursos Hídricos e criou o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (Singreh).

Segundo a Lei das Águas, a Política Nacional de Recursos Hídricos tem seis fundamentos. A água é considerada um bem de domínio público e um recurso natural limitado, dotado de valor econômico. Além disso, o instrumento legal prevê que a gestão dos recursos hídricos deve proporcionar o uso múltiplo das águas e deve ser descentralizada e contar com a participação do Poder Público, dos usuários e das comunidades.

A Lei 9.433 também prevê que em situações de escassez o uso prioritário da água é para o consumo humano e a dessedentação de animais. Outro fundamento é o de que a bacia hidrográfica é a unidade de atuação do Singreh e de implementação da Política Nacional de Recursos Hídricos.

Outro ponto importante trazido pela Lei das Águas são os instrumentos da Política Nacional de Recursos Hídricos. São eles:

• Planos de Recursos Hídricos;
• Enquadramento dos corpos de água em classes, segundo os usos preponderantes da água;
• Outorga dos direitos de uso de recursos hídricos;
• Cobrança pelo uso de recursos hídricos;
• Sistema de Informações sobre Recursos Hídricos.

Segunda-feira, 30 de junho de 2014.

Fonte: ANA

 

O que é um Aquífero

((o))eco – 11/02/14

Um aquífero é toda formação geológica subterrânea capaz de armazenar água e que possua permeabilidade suficiente para permitir que esta se movimente. São verdadeiros reservatórios subterrâneos de água formados por rochas com características porosas e permeáveis que retém a água das chuvas, que se infiltra pelo solo, e a transmitem, sob a ação de um diferencial de pressão hidrostática, para que, aos poucos, abasteça rios e poços artesianos.

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São através dos aquíferos que os cursos de águas superficiais (rios, lagos, nascentes, fontes, pântanos e afins) são mantidos estáveis e o excesso de água é evitado através da absorção da água da chuva. Como podem ser utilizadas como fonte de água para consumo, exigem cuidados para sua preservação afim de evitar a sua contaminação.

Aquíferos podem ser classificados de várias formas. De acordo com o armazenamento da água, podem ser:

(1) Aquíferos livres ou freáticos
São reservatórios formados por rochas permeáveis, parcialmente saturados de água, cuja base é formada por uma camada impermeável (por exemplo, argila) ou semipermeável. O topo é limitado por uma superfície livre de água (superfície freática) que se encontra sob pressão atmosférica. O nível da água é determinado pelo regime de chuvas. É o tipo de aquífero mais comum e mais explorado e, portanto, o mais suscetível à contaminação.

(2) Aquíferos confinados ou artesianos
Nestes reservatórios, o teto e a base são formados extratos rochosos impermeáveis. Além disso, ele está completamente saturado de água. A água subterrânea está confinada sob uma pressão maior que a pressão atmosférica. Por este motivo, quando se perfura para a extração de água (um furo artesiano), ela sobe para um o nível muito superior, podendo até jorrar. Nesse tipo de aquífero, a contaminação, quando ocorre, é muito mais lenta e portanto, muito mais difícil de se ser recuperada.

Outra classificação é aquela baseada no tipo de rocha armazenadora:

(1) Aquíferos Porosos
Esses tipos de aquíferos apresentam poros por onde a água circula. São comumente formados por rochas sedimentares consolidadas (os detritos apresentam-se ligados por um cimento, como é o caso das brechas) ou não consolidadas (os detritos não estão ligados entre si, como no caso das dunas) e solos arenosos. Representam os tipos de aquíferos mais importante, pelo grande volume de água que armazenam, e por sua ocorrência em grandes áreas. Ocorrem nas bacias sedimentares e em todas as várzeas onde se acumularam sedimentos arenosos.

(2) Aquíferos Fraturados ou Fissurados
Os aquíferos fraturados estão associados à rochas ígneas e metamórficas. A capacidade destas rochas em acumular água está relacionada à quantidade de fraturas, suas aberturas e intercomunicação. Poços perfurados nestas rochas fornecem poucos metros cúbicos de água por hora. A possibilidade de ter um poço produtivo dependerá, tão somente, de o mesmo interceptar fraturas capazes de conduzir água.

(3) Aquíferos Cársticos
São formados em rochas carbonáticas, como o calcário. Constituem um tipo peculiar de aquífero fraturado, onde as fraturas, devido à dissolução do carbonato pela água, podem atingir aberturas muito grandes, criando, verdadeiros rios subterrâneos.

Aquífero Guarani

No Brasil, está localizada uma das maiores reserva subterrânea de água doce do mundo, o Aquífero Guarani. Tem, aproximadamente, 1,2 milhão de km², abrange partes dos territórios do Uruguai, Argentina, Paraguai e principalmente Brasil, onde está 70% da sua área total (840 mil km²), sob a região centro-sudoeste. O restante se distribui entre o nordeste da Argentina (255 mil km²), noroeste do Uruguai (58.500 km²) e sudeste do Paraguai (58.500 km²), nas bacias do rio Paraná e do Chaco-Paraná. Estima-se que quinze milhões de pessoas habitem a área de ocorrência do aquífero.

O Guarani é um aquífero livre e poroso: consiste primariamente de sedimentos arenosos que, depositados por processos eólicos durante o período Triássico (há aproximadamente 220 milhões de anos), foram modificadis pela ação química da água, pela temperatura e pela pressão e se transformaram em arenito, uma rocha sedimentar muito porosa e permeável e que permite a acumulação de água no seu interior.

Nomeado em homenagem ao povo Guarani, em 1996, possui um volume de aproximadamente 55 mil km³ e profundidade máxima por volta de 1.800 metros, com uma capacidade de recarregamento de aproximadamente 166 km³ ao ano por precipitação. Apesar de ser reputadamente capaz de abastecer a população brasileira com água potável por 2500 anos, não é a maior reserva existente. Esta distinção pertence a outro aquífero brasileiro, o Aquífero Alter do Chão, localizado em Alter do Chão, Pará.

Fonte: ((o))eco

Já publicamos aqui na Amanari um texto sobre o Aquífero Guarani. Confira aqui.

Quinta-feira, 13 de fevereiro de 2013.

Chuva sólida: é possível?

‘Chuva sólida’ pode ser a solução para o problema da seca em plantações.

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O engenheiro químico mexicano Sérgio Jesus Rico Velasco chamou a atenção da comunidade científica ao criar o pó de “chuva sólida”. Este produto é capaz de absorver grande quantidade de água e ir liberando no solo aos poucos,  mesmo durante períodos de seca.

A água é considerada um recurso precioso e sua necessidade é percebida em situações de escassez imediata, quer seja no encanamento da sua casa ou no bebedouro. Mas mesmo em situações em que não vivenciamos diariamente, sua falta pode nos prejudicar em médio e longo prazo (nas lavouras e criações por exemplo). Segundo a ONU 92% da água doce do planeta é consumida em irrigação do solo em plantações. Pesquisadores têm estudado há algum tempo a possibilidades redução no desperdício de água em uso na agricultura sem prejudicar o setor.

A chuva sólida é uma espécie de pó branco constituído por uma substância química (polímero) chamada poliacrilato de potássio com alta capacidade absorvente. Foi originalmente criado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) nos anos 1970, mas teve aplicação comercial conhecida em fraldas de bebê.

O mexicano Velasco fez uma modificação nessa fórmula da chuva sólida para conseguir aplicar o produto no solo. Dessa forma, em vez de apenas reter o líquido e cristalizá-lo, seu pó é capaz de soltar a água aos poucos e manter as plantas hidratadas. Chega a absorver até 500 litros de água retidos em forma molecular para cada kg desse pó. Segundo algumas plantações que já o utilizam, chega a aumentar em 300% a produtividade da colheita.

231842-solid-rain Reprodução-Solid Rain

De acordo com Velasco, o seu produto pode durar até 10 anos no solo, dependendo da qualidade da água utilizada na irrigação. Velasco garante que a goma de “chuva sólida” é completamente natural e não é tóxica, e que o pó se desintegra por completo após os anos de uso. A empresa do mexicano recomenda usar cerca de 50 kg do produto por hectare, embora essa quantia custe cerca de US$ 1.500 (o equivalente a R$ 3.500). A esperança é que este custo diminua.

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No entanto, alguns cientistas não concordam que tal produto seja uma novidade e criticam sua eficiência. A Dra. Linda Chalker-Scott da Washington State University, nos Estados Unidos, acha que o pó fabricado por Velasco é similar a outros componentes conhecidos pelos jardineiros.

“Há um problema adicional na utilização de géis. Assim que eles começam a secar, eles sugam toda a água ao seu redor vigorosamente. Isso significa que eles vão tirar a água diretamente das raízes das plantas”, disse a especialista.

Para a doutora, que conduziu uma pesquisa com transplante de árvores, é mais barato utilizar lascas de madeira misturadas à terra, que têm o mesmo efeito de reter e umedecer o solo sem a necessidade de acrescentar um produto sintetizado em laboratório.

Fonte: SolidRainHypeness

Quinta-feira, 21 de novembro de 2013.

O cheiro da chuva

O que causa o cheiro após a chuva?

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Quando chove logo sentimos um certo “cheiro de chuva”. Mas você sabe o que causa esta sensação? Estes cheiros característicos que as pessoas associam com a chuva podem ser causados ​​por uma série de fatores.

Um dos mais agradáveis ​​cheiros de chuva, aquele que frequentemente notamos no campo, é na verdade causado por bactérias! Os Actinomicetos (ou Actinobactérias), que é um tipo de bactéria filamentosa, as quais se aparecem e se multiplicam no solo quando as condições estão úmidas e quentes. Quando o solo seca, a bactéria produz esporos, os quais permanecem “adormecidos” no solo. A umidade e a queda das chuvas impulsionam estes minúsculos esporos para o ar, onde a umidade, após a chuva, age como um aerosol (como um aerossol odorizador de ambientes). O ar úmido facilmente carrega os esporos para nós, onde respiramos. Estes esporos têm um odor característico de terra, muitas vezes, associamos com a chuva. Estas bactérias são extremamente comuns e podem ser encontrados em todo o mundo, o que explica esse cheiro de chuva por todo o planeta. Uma vez que as bactérias se desenvolve no solo e só soltam os esporos quando o solo seca, o cheiro é mais intenso quando chove após um longo período de seca.

Outro tipo de odor é causado pela acidez da chuva. Devido aos produtos químicos na atmosfera, a água da chuva tende a ficar um pouco ácida, especialmente em ambientes urbanos. Quando ele entra em contato com resíduos orgânicos ou produtos químicos no solo, pode causar algumas reações particularmente aromáticas.

Outro cheiro pós-chuva vem de óleos voláteis que certas plantas e árvores liberam. O óleo fica depositado em superfícies como pedras. A chuva reage com o óleo nas pedras e o carrega como um gás através do ar. Este perfume é como os esporos de bactérias, que a maioria das pessoas consideram um odor agradável e fresco.
Fonte: Solo na Escola
Leia também: Água da chuva é potável?
Segunda-feira, 11 de novembro de 2013.

O Engolidor Negro

O “Engolidor Negro” ou “Grande-engolidor” (Chiasmodon niger) é um peixe conhecido por se alimentar de outros peixes muito maiores que seu próprio corpo (com até 10x seu peso e 2x o seu tamanho).

Possui ampla distribuição em águas de clima tropical e subtropical e é uma espécie abissal, vivendo em uma profundidades de 700-2.700 metros.

Como indicado pelo seu nome, o engolidor-negro é de cor escura e seu corpo é alongado com ausência de escamas, medindo no máximo 25 cm. A espécie se alimenta de peixes ósseos, que são engolidos inteiros. Especula-se que o engolidor-negro capture suas presas pela cauda, e, em seguida, “caminha” suas mandíbulas sobre a presa até que esteja totalmente enrolada no interior do estômago.

A maioria dos espécimes foram coletados após uma tentativa de engolir presa grande demais ao ponto de não ser digerido antes da decomposição e a liberação de gases acaba forçando o engolidor a subir para a superfície. Na foto abaixo tirada em 2007 o engolidor mede 19 cm e tentou engolir uma cavala de 86 cm.

Fonte: Wikipedia

Quarta-feira, 28 de agosto de 2013.

Tubarão-duende: fóssil sobrevivente

Esta espécie, chamada de tubarão-duende (Mitsukurina owstoni), é considerada rara e pouco conhecida pelos cientistas, principalmente  por habitar águas profundas.  Vive no oeste do Oceano Pacífico e a oeste do Índico e a leste e oeste do Oceano Atlântico. Habitam encostas superiores continentais, cânions submarinos, e montes submarinos em todo o mundo a uma profundidade superior a 100 m. Os adultos da espécie foram encontrados em águas mais profundas do que os juvenis.

Muitas vezes chamado de “fóssil vivo”, o tubarão-duende é o único representante sobrevivente da família Mitsukurinidae, uma linhagem de cerca de 125 milhões de anos. Foi avistado menos de 50 vezes desde a sua descoberta em 1898.

Tubarões-duende podem atingir até 4 metros de comprimento e chegar a pesar 159 kg. Eles têm o corpo semi-fusiforme com um longo focinho achatado incorporado por minúsculas células sensoriais e a boca contendo dentes longos e lisos na frente e dentes traseiros adaptados para esmagar seu alimento. Sua coloração é rosácea, única entre eles, devida aos vasos sanguíneos debaixo de uma pele semi-transparente (que infecciona com facilidade). As barbatanas têm aparência azulada.

Alimentam-se de lulas, camarões, polvos e outros moluscos que também habitam o fundo do mar. Até 25% do peso do tubarão-duende pode ser o seu fígado. Esta característica é semelhante a de outros tubarões, como o tubarão-frade e o tubarão-cobra, e contribui para seu dinamismo, que, como todos os tubarões, carecem de uma bexiga natatória.

Assista abaixo ao vídeo de um tubarão-duende filmado vivo em seu habitat natural.

Um dos últimos registros foi na costa do Rio Grande do Sul, Brasil. O exemplar foi encontrado, morto, por um barco de pesca a 400 metros de profundidade no dia 22 de setembro de 2011 e doado ao Museu Oceanográfico da Fundação Universidade Federal do Rio Grande – FURG.

 

 

Fonte: Wikipedia

Domingo, 25 de agosto de 2013.

 

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O polvo-véu faz parte de um grupo de quatro espécies do gênero Tremoctopus. Esta espécie é considerada um dos casos mais extremos de dimorfismo sexual (diferenças morfológicas entre espécies): o macho é 40.000 vezes menor do que a fêmea. Enquanto elas podem chegar a 2 metros de comprimento, os machos são minúsculos e alcançam, no máximo, alguns centímetros de comprimento.

Também conhecido como “polvo cobertor” (“blanket octopus” em inglês), esse nome vem de sua estranha aparência, com os tentáculos fechados em uma “capa”. Esses animais são raramente vistos, já que passam a vida inteira à deriva nos oceanos abertos de regiões quentes em todo o mundo. Este animal tem um comportamento defensivo incomum: ele coopta com os tentáculos de uma água-viva. O polvo arranca os tentáculos da água-viva, já que é imune a tal picada dolorosa, e, quando se depara com potenciais predadores, usa os tentáculos capturados nos seus dois pares de braços para afastar o perigo.

Por seu tamanho minúsculo, o macho dessa espécie não foi sequer visto vivo na natureza até 2003. Recentemente, no entanto, foi fotografado por pesquisadores que conseguiram notar detalhes de sua anatomia.

Os machos também têm um terceiro braço especialmente modificado que armazena esperma. Durante o acasalamento, este tentáculo se destaca e se arrasta para o manto da fêmea para fertilizar seus ovos. O macho morre pouco depois do acasalamento. As fêmeas transportam 100.000 pequenos ovos unidos a uma secreção de calcário em forma de salsicha, que fica na base de seus braços dorsais, até à eclosão.

“Se um macho encontra uma fêmea, ele usa todos os seus recursos na tentativa de acasalar, pois é improvável que vá encontrar outra”, explica Tom Tregenza, da Universidade de Leeds. Então, o macho enche um tentáculo modificado com esperma, o arranca e o apresenta a sua potencial companheira. Ela armazena os tentáculos dentro de grandes cavidades internas do corpo até que estejam prontas para colocar seus ovos. Nesse ponto, a fêmea puxa o tentáculo para fora e o aperta como um tubo de pasta de dente sobre os ovos.

Veja abaixo alguns vídeos sobre a espécie.

Fonte: Hypscience

Quarta-feira, 19 de junho de 2013

Lula vaga-lume

Conhecida como lula vaga-lume (Watasenia scintillans) entre os meses de março e maio, milhões desses pequenos animais se reúnem na baía de Toyama, no Japão para desova. Após os ovos serem eliminados e fecundados as lulas adultas começam a morrer.

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Cada tentáculo tem um órgão chamado fotóforo que produz luz. Quando brilham, estas luzes atraem peixes pequenos que o animal usa como alimento. Ela também pode iluminar todo o seu corpo para atrair um companheiro na época de reprodução. A luz emitida por elas possui diversas funções, dentre elas a comunicação entre parceiros ou até mesmo rivais. O espetáculo da desova é tão lindo que foi considerado um monumento natural especial.

Fonte: Canaltech

  Sábado, 15 de junho de 2013.

Grüner See – floresta submersa

A curiosa floresta submersa fica localizada no Lago verde (Grüner See), na Áustria. 

Grüner See, literalmente “Lago Verde”, é um lago em Styria, na Áustria, perto da cidade de Tragöss, localizado no sopé da montanhas cobertas de neve Hochschwab. Durante o inverno, o lago tem apenas 1-2 metros de profundidade e a área circundante é usada como um parque. É o lugar favorito de caminhada para muitos frequentadores. Mas à medida que a temperatura começa a subir na primavera, o gelo e a neve nas montanhas começa a derreter e o lago enche a ponto de alagar toda a área, incluindo o parque e as árvores que existem em volta. Durante o verão, o lago atinge a profundidade máxima de 12 metros.

O lago fica com coloração verde característica, como o nome já diz, por causa da grama e folhagens do solo, e graças ao derretimento da neve fresca, a água gelada é cristalina. A temperatura do lago é fria (4 a 8 ° C),  mas é popular entre os mergulhadores que podem observar os campos verdes na zona de borda do lago especialmente em junho, quando a água está no seu ápice. As ervas alpinas e flores do campo são visíveis em plena floração sob a água. Pode-se até ver bancos, por uma ponte e trilhas para caminhada.

A partir de julho o lago começa a diminuir e no inverno o lago está de volta ao seu tamanho original, devolvendo o parque mais uma vez para os caminhantes.

Domingo, 19 de maio de 2013.

Fonte: amusingplanet.com