Cápsula biodegradável é nova aposta para plantio de sucesso em regiões semiáridas

A empresa Land Life Company desenvolveu uma tecnologia de baixo custo que possibilita que plantas e árvores cresçam em condições áridas, revitalizando ecossistemas e comunidades. Chamada de COCOON (casulo, em português), esse sistema é 100% biodegradável e foi projetado para suportar uma muda de planta pelo seu primeiro ano crítico, fornecendo água e abrigo para produção de estrutura radicular saudável e profunda.

Árvores foram plantadas com o sistema COCOON em mais de 20 países e e a empresa garante que obtiveram taxas de sobrevivência de 80-95%.

Dentre as vantagens do sistema, há garantia baixo custo – 10 vezes mais barato do que o plantio tradicional de árvores; ser 100% biodegradável – COCOON se dissolve em substrato orgânico para a planta; e a baixa manutenção – após o plantio, sem necessidade de acompanhamento de irrigação ou manutenção.

A cápsula

A cápsula (COCOON) possui três itens em seus sistema:

– Reservatório de Água

– Micorrizas

– Proteção da Árvore

Possui um reservatório de água 100% biodegradável feito de uma pasta de papel reciclado e selado com um revestimento de cera orgânica para garantir a vedação durante o primeiro ano de uso. Esse reservatório é preenchido de água apenas uma vez durante o plantio, a qual é transportada aos poucos para a árvore usando linhas como pavios. À medida que se degrada e esvazia ao longo do tempo, os poços rasos remanescentes servem como microbacia para coletar o escoamento superficial durante os períodos de chuva. Além disso, o reservatório degradado torna-se substrato orgânico com melhoria para a qualidade do solo.

 

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As micorrizas (associação simbiótica existente entre certos fungos e raízes de algumas plantas) são adicionadas ao solo que envolve as raízes da planta. Elas aumentam a área de absorção de umidade e nutrientes do solo em torno de 100 a 1.000 vezes. As micorrizas também liberam enzimas no solo que dissolvem nutrientes difíceis de capturar, como nitrogênio orgânico, fósforo e ferro geralmente fixados no complexo do solo.

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Uma proteção cilíndrica é colocada ao redor da muda de árvore para proteger a planta contra o sol, ventos dessecantes e animais menores que se alimentam da planta jovem.

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O plantio

O processo de plantio é parte integrante do sucesso do COCOON, que consiste em várias etapas:

1. Inspeção e seleção do local de plantio. O solo e o terreno são analisados para avaliar a fertilidade do solo e para determinar se são necessárias alterações no solo, por exemplo, estabelecer um nível mínimo de material orgânico ou neutralizar o excesso de concentrações de elementos.

2. Seleção de espécies apropriadas. Para selecionar a árvore ou planta corretamente, consultamos especialistas locais. As espécies nativas adaptadas às condições locais são geralmente preferidas.

3. Fornecimento de mudas de alta qualidade. Trabalhamos com viveiros locais para fornecer mudas de qualidade, tamanho e resistência adequadas ao projeto.

4. Logística e infra-estrutura do plantio. O planejamento do projeto envolve o projeto do mapa de plantio, definindo o abastecimento de água e a distribuição dos COCOONs, identificando infra-estrutura adicional e máquinas de abastecimento e / ou mão-de-obra para o plantio.

5. Execução. Durante o plantio dos COCOONs, a equipe da empresa fornece supervisão e apoio no solo.

6. Monitoramento (opcional).  A equipe da empresa pode apoiar o monitoramento de projetos usando a tecnologia de sensores sem fio, bem como o acompanhamento no solo.

A produção

A Land Life Company tem uma parceria de inovação com a Fasergusswerk (Polônia), para diminuir continuamente os custos e melhorar o desempenho do COCOON. Para projetos de até poucos mil hectares, produziremos os COCOONs na Alemanha e enviamos globalmente. Para projetos maiores, construiremos e operaremos linhas de produção localmente.

 

Para saber mais entre nos site da empresa Land Life Company aqui

Fonte: Land Life Company

Quarta-feira, 03 de janeiro de 2017,

Mapeamento mundial de água subterrânea

O volume total de água armazenada no subsolo do planeta é estimado em 23 milhões de km³. Seria o suficiente para cobrir toda a superfície da Terra com uma camada de 180 metros de profundidade.

Essa foi a conclusão de um estudo conduzido por pesquisadores canadenses e publicado na revista científica “Nature Geoscience”. Mas apenas 6% dessa água é própria para consumo humano. Isso porque essa é a quantidade de água (“chamada água moderna”) presente no subsolo que está próxima da superfície e pode ser extraída ou usada para complementar recursos localizados acima do solo, em rios e lagos.

Tom Gleeson, da Universidade de Victoria, no Canadá, responsável pelo estudo afirma que “esta é a água que é renovada mais rapidamente ─ na escala de vida humana”.

“Ao mesmo tempo, é a mais sensível a mudanças climáticas e contaminação humana. Trata-se, portanto, de um recurso vital que precisa ser melhor gerenciado.”

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Mapa quantifica pela primeira vez água escondida debaixo da terra no mundo (Foto: Divulgação/Nature Geoscience)

Recurso finito

A equipe de Gleeson combinaram extensas bases de dados e modelos computacionais para quantificar a água armazenada nos dois primeiros quilômetros da superfície da Terra. Foram analisados, entre outros fatores, a permeabilidade de rochas e do solo, sua porosidade e características dos lençóis freáticos.

A chave para determinar a idade de toda a água armazenada foram medições feitas com trítio, uma forma radioativa de hidrogênio que surgiu na atmosfera há 50 anos como resultado de testes de bombas termonucleares. A partir desse elemento químico, os cientistas puderam identificar toda a chuva que chegou ao subsolo desde então.

Reservas

O mapa da figura mostra a distribuição da água moderna presente no subsolo ao redor do mundo. As manchas em azul escuro mostram onde ela é renovada rapidamente. Em tom mais claro, a água mais antiga, que em sua maioria está estagnada e não pode ser renovada.

“As características dessa água antiga variam muito”, disse Gleeson à BBC News. “Em alguns lugares, é muito profunda. Em outros, não. Em muitos lugares, ela é de má qualidade e pode ser mais salina que a água do mar, além de ter metais e outros componentes químicos dissolvidos nela e que teriam de ser tratada antes de se tornar potável ou usada na agricultura.”

Isso torna ainda mais importante as reservas modernas e a necessidade de administrá-las de forma sustentável, alertam os cientistas. O estudo destaca ainda como elas estão distribuídas de forma desigual no planeta. O próximo passo, afirmou Gleeson, é determinar o ritmo com que algumas reservas estão sendo consumidas.

“Essa visão global da água no subsolo irá conscientizar de que nossas reservas mais recentes no subsolo, aquelas que são mais sensíveis a mudanças ambientais e provocadas pelo homem, são finitas”, disse Ying Fan, da Rutgers University, nos Estados Unidos.

Texto: Jonathan Amos

Correspondente de Ciência da BBC News

Fonte: g1.globo.com/natureza

Sexta-feira, 09 de dezembro, de 2016.

Dia Mundial da Vida Selvagem

Três de março é comemorado o Dia Mundial da Vida Selvagem. A celebração foi criada pelas Nações Unidas em 2013 e tem como objetivo promover o debate sobre a relação do homem com a biodiversidade e a sua conservação. Na resolução adotada pela Assembleia Geral, os 193 países que integram a ONU reafirmam o valor essencial das plantas e dos animais selvagens.

 

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O comércio ilegal de vida silvestre, incluindo fauna, flora e seus produtos e subprodutos, é considerado uma das maiores atividades ilegais no mundo. Segundo o Ministério do Meio Ambiente, no Brasil, 4 milhões de animais são vendidos por ano, o que movimenta cerca de R$ 2,5 bilhões.

Outra grande ameaça à vida selvagem no Brasil é a caça ilegal. O país ocupa o 2º lugar no ranking mundial em espécies de aves ameaçadas, entre outros grupos.

As Listas Nacionais de Espécies Ameaçadas de Extinção mostram que 1.173 espécies da fauna e 2.113 da flora correm o risco de desaparecer.

A Lei de Crimes Ambientais n.º 9.605 de 12 de fevereiro de 1998 determina as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas a fauna e flora. Entenda mais sobre a lei.

O futuro da Vida Selvagem  está em nossas mãos!!

Denuncie qualquer crime ambiental pela Linha Verde do IBAMA: 0800-618080 (ligação gratuita) ou pelo e-mail: linhaverde.sede@ibama.gov.br

Para acessar o site oficial da ONU sobre esta celebração, clique aqui.

 

#VidaSelvagem #TrêsDeMarço #EmNossasMãos#InOurHands #seriousaboutwildlifecrime

A Dança da Chuva

VOCÊ ACREDITA NA DANÇA DA CHUVA?

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Não?

Então veja essa: Em 1998, o estado de Roraima teve quase 1/4 de seu território queimado devido a uma seca que já durava três meses. Depois de frustradas tentativas de apagar o fogo, o governo resolveu recorrer à crendice popular. Dois índios caiapós, Kucrit e Mantii, foram levados do Mato Grosso até Boavista para executarem a dança da chuva. As passagens e o hotel foram pagos pela Funai. Os dois pajés dançaram durante 40 minutos, às margens do rio Curupira, pedindo chuva ao deus Coroti. Para surpresa geral, a chuva veio e apagou a maior parte dos focos de incêndio.

Outras culturas também desenvolveram algum ritual desse tipo – incluindo os antigos egípcios, os maias e os astecas.

 

Fonte: Senta que lá vem história

Quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016.

Projeto “Plantando Histórias”

Com o intuito de incentivar o contato das crianças com a natureza e meio ao seu redor, longe dos dispositivos e tecnologias a que estão inseridas nesta geração atual, a Amanari está realizando 0 Projeto Plantando Histórias nas escolas.

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Este projeto busca promover mudanças de valores, hábitos e atitudes com o plantio de mudas e por meio da educação ambiental para a sensibilização dos alunos nas escolas. Com o plantio de mudas no local onde estudam, os alunos têm a oportunidade de criar um vínculo com as árvores ao acompanhar seu crescimento junto com o relato de recordações de professores com a espécie plantada.

O projeto ainda está em fase inicial, sua proposta já foi aplicada no CEMEI – Cônego Manuel Tobias, na cidade de São Carlos-SP por Raphael Machado da Ong Amanari em novembro de 2015. A ideia é expandir o projeto para outras escolas.

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Os professores são os contadores de histórias, são responsáveis por compartilhar com os alunos suas experiências vividas com uma árvore da mesma espécie que será plantada na escola. Uma semana antes do plantio são entregues livretos contendo brincadeiras e conteúdo informativo das mudas aos alunos em sala de aula. Deste modo, os professores têm a oportunidade de trabalhar um pouco mais com os seus alunos as características e a importância das árvores que serão plantadas.

Se a sua escola tem interesse em aplicar este projeto aos seus alunos, entre em contato com a gente via e-mail (contato@amanari.org.br) ou mensagem inbox no facebook !

Quinta-feira, 04 de fevereiro de 2016.

 

Concreto permeável – é possível

O Concreto Permeável auxilia na recuperação da capacidade de infiltração do solo perdida com o avanço das áreas urbanas. Isto é, diminui os riscos de enchentes e recupera áreas degradadas. Permite recarregar os aquíferos subterrâneos e reduz a velocidade do escoamento das águas pluviais. Nas áreas urbanas, promove ganho ambiental e econômico.

O que é?

O concreto usado como pavimento permeável é composto por cimento portland, agregado graúdo e pouco ou nenhum agregado miúdo, aditivos e pouca água.
A combinação desses componentes cria um concreto cuja quantidade de vazios (entre 2 e 8 mm) permite que a água passe com facilidade. A quantidade de vazios pode variar entre 18 e 35%, com uma resistência à compressão que varia entre 2,5 e 28 MPa.
A quantidade de água que passa por esse concreto também pode variar em função do tamanho do agregado graúdo e da massa específica do concreto, mas geralmente está entre 80 e 730 litros de água/minuto/m².

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Usos

O Concreto Permeável é aplicado nos Estados Unidos desde 1970 como alternativa de sistemas complexos de drenagem e áreas de retenção de água. As aplicações típicas incluem:

• Estacionamentos
• Ruas e acostamentos
• Calçadas
• Quadras de tênis
• Deck de piscinas
• Áreas de zoológicos e celeiros

Benefícios

Esse pavimento é considerado área drenante, e permite uma melhor utilização da área construída em seu terreno.

- Ambientais
• Reduz as enxurradas causadas pelas chuvas.
• Protege riachos e lagos.
• Restabelece as águas subterrâneas.
• Permite levar água e oxigênio para as raízes da vegetação.

 

– Econômicos
• Elimina ou diminui os sistemas de estancamento de águas de chuva, como piscinões.
• Permite um aproveitamento mais eficiente dos terrenos.

 

No entanto, o sistema demanda cuidados de especificação, instalação e manutenção. Por isso, a recomendação é fazer o cálculo para a espessura do projeto baseado em duas premissas: a própria resistência do concreto e a quantidade de chuva, e o cálculo hidrológico, com referência a uma chuva de exceção que aconteça em um intervalo de 10, 25, 50 ou 100 anos. Em São Paulo a normatização para microdrenagem tem como base períodos de retorno de dez anos. Nesse cenário, a construção de um sistema de drenagem fica dentro da margem de segurança. Para saber mais sobre recomendações e base de cálculo, clique aqui.

Fonte:  Abesc e infraestruturaurbana

Terça-feira, 11 de agosto de 2015.

 

Como ficaria a marginal do rio Tietê se o verde retornasse?

por Thiago Medaglia – National Geographic

Projeto de arquiteta da USP devolve aos rios as várzeas em suas margens.

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   Pequim, Mumbai, Cidade do México, São Paulo. Nas metrópoles dos países em desenvolvimento, a urbanização roubou o espaço da paisagem natural. Áreas verdes e cursos d’água foram tomados pelo concreto.

  É o caso da maior cidade brasileira, marcada pelo Tietê, um rio de extensas planícies aluviais, condição que potencializa enchentes ocasionadas pelas tempestades de verão. Impermeabilizada em trechos importantes de escoamento, como os fundos de vale, São Paulo fica a cada dia mais sujeita às cheias de seus rios e córregos.

   A arquiteta Pérola Felipette Brocaneli, doutora em paisagem e ambiente pela Universidadede São Paulo, está entre os pesquisadores que apostam em uma solução arrojada: devolver aos rios as várzeas em suas margens. “Não se trata apenas de criar parques ou áreas verdes, mas transformar a lógica estrutural de São Paulo, que deixará de ser viária e passará a ser ecológica”, diz.

   Na prática, isso significaria desapropriar os edifícios e afastar as vias pavimentadas que hoje ladeiam o rio Tietê e seus principais afluentes (Pinheiros, Tamanduateí) – um plano ainda utópico,sobretudo quando se nota que, em 2010, canteiros foram derrubados para dar lugar a três novas faixasde asfalto. “Sei que tais possibilidades incomodam. Mas o que deveria ser mais inquietante são as péssimas condições ambientais e os reflexos disso na qualidade de vida dos paulistanos”, diz Pérola.

   Uma mudança total levaria décadas. O primeiro passo seria a constituição de um parque linear principal, capaz de atuar no amortecimento das chuvas críticas e ser o eixo de um sistema de refrigeração para o município, composto de áreas verdes e úmidas. Esses espaços seriam criados ao longo de rios e córregos que hoje estão inseridos nas porções denominadas pelo poder público de “operações urbanas”. “São áreas residuais, sujeitas a um zoneamento especial, voltadas para a reestruturação territorial de São Paulo”, diz Pérola.

   Em vez de direcionar essas áreas de maneira integral para empreendimentos imobiliários, a ideia é destiná-las também à recuperação de antigas zonas úmidas.Uma das propostas é interligar por meio de um corredor ecológico no eixo noroeste-sudeste as serras da Cantareira e do Mar. A umidificação, o controle térmico e a regularização do ciclo hidrológico seriam favorecidos – ou seja, haveria uma regularização do calor e das chuvas acima do normal. Hoje, o vento frio vindo das partes altas não é capaz de refrigerar a cidade porque depara com uma bolha de ar aquecido e seco ao atingir aregião metropolitana – resultado do desmatamento e da impermeabilização das várzeas.

   Na renascida São Paulo, a demanda pelos carros particulares tenderia a diminuir, já que as opções de serviço e de lazer estariam melhor distribuídas e o transporte público seria mais eficiente. “Além disso, atrações culturais e praças esportivas fariam parte das novas áreas verdes”, completa Pérola.“São Paulo precisa alterar sua noção de privado. Mais do que recuperar o ambiente, trata-se de criar redes de espaço público.”


Texto: Thiago Medaglia

National Geographic (EDIÇÃO 144/ MARÇO DE 2012)

Terça-feira, 17 de março de 2015.

Dia Mundial da Água

O Dia Mundial da Água foi criado pela ONU (Organização das Nações Unidas) no dia 22 de março de 19933. Desde então, todo ano este dia é destinado a discussões sobre os diversos temas relacionados a este importante bem natural.

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Entre os temas já escolhidos para a data estão: água e energia, cooperação pela água, água e segurança alimentar, águas transfronteiriças, saneamento, água limpa para um mundo saudável, lidando com a escassez de água e água para as cidades: respondendo ao desafio urbano, água e empregos: investir em água é investir em empregos.

A UN-Water anunciou o tema do Dia Mundial da Água de 2017. Neste ano, o assunto que pautará as discussões do setor de recursos hídricos em todo o mundo será Águas Residuais – Wastewater. Popularmente conhecida como ‘esgoto’, é aquela água cujo volume teve suas características naturais alteradas após o uso doméstico, comercial ou industrial. O retorno dessa água ao meio ambiente deve necessariamente sofrer tratamento de modo que ela volte a apresentar qualidade e limpeza adequadas para que seja lançada no corpo receptor (rio, lago ou mar) sem causar danos à saúde e ao ecossistema.

No ano que vem, o tema do Dia Mundial da Água será Soluções Naturais para a Água.

A UN-Water é a agência da Organização das Nações Unidas (ONU) que coordena ações em assuntos sobre água doce e saneamento. Acesse a fanpage da UN-Water no Brasil aqui.


Águas de Março

A Agência Nacional de Águas (ANA) criou o hotsite “Águas de Março” que, desde 2007, tem a finalidade de abrigar os eventos estaduais, municipais e de organizações ligadas aos recursos hídricos. É uma forma de organizar, num único espaço virtual, os eventos ligados à temática da água definida anualmente pela ONU e comemorada mundialmente, além de se tornar fonte de informação e difusão de boas práticas relacionadas à água.

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Fórum Mundial da Água em 2018 no Brasil

Brasília, que concorria com Copenhague (Dinamarca), foi eleita em fevereiro de 2014, durante a 51ª Reunião do Quadro de Governadores do Conselho Mundial da Água (WWC), em Gyeongju (Coreia do Sul), para sediar o Fórum Mundial da Água de 2018.

O fórum ocorre a cada três anos e é o maior evento do mundo com a temática dos recursos hídricos. A campanha brasileira apresentou o tema ‘Compartilhando Água’, para integrar os assuntos discutidos nas edições anteriores do evento, dando continuidade aos debates já realizados sobre os desafios do setor de recursos hídricos.

Vamos aguardar.

Fonte: Agência Nacional de Águas

              Portal Brasil

Sexta-feira, 13 de março de 2015.

Dia do Caiçara – 15 de março

A palavra “Caiçara” provém do tupi antigo ka’aysá (ou ka’aysara), que designava uma cerca rústica feita de galhos de árvores.

Denominam-se caiçaras os habitantes tradicionais do litoral das regiões Sudeste e Sul do Brasil, formados a partir da miscigenação entre índios, brancos e negros e que vivem da pesca artesanal, da agricultura, da caça, do extrativismo vegetal, do artesanato e, mais recentemente, do ecoturismo.

Onde o português e o índio se uniram. A população tradicional caiçara é hoje um dos últimos traços visíveis do momento da criação do povo brasileiro. No entanto, o estilo de vida tradicional dos caiçaras se encontra ameaçado pela especulação imobiliária e pela pesca predatória atualmente.

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Fonte: Wikipedia

 

Fontus: a garrafa que transforma ar em água

Uma boa dica para os ciclistas: conheça o Fontus, um dispositivo em formato de garrafa criado pelo estudante de design industrial Kristof Retezar, capaz de transformar o ar em água enquanto se desloca na bicicleta. Apesar de ser ainda um protótipo, já chegou às finais de um concurso internacional e espera-se que venha a ser produzido no futuro. Ideal para quando a sede aperta e se esqueceu da garrafa de água em casa quando saiu para dar um longo passeio.

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O Fontus é capaz de recolher a umidade contida no ar, através do princípio de refrigeração termoelétrica, condensá-la e armazená-la como água potável de forma segura. O dispositivo pode armazenar até 0,5 l de água em um hora de pedalada nas condições climáticas adequadas.

“Meu objetivo era criar um dispositivo pequeno, compacto e auto-suficiente , capaz de absorver a umidade do ar, de separar as moléculas de água das do ar e armazenar  água em estado líquido em uma garrafa.”, diz Kristof em sua página.

O sistema possui dois filtros que impedem a entrada de partículas ou pequenos insetos e filtram o ar para assegurar que a água esteja pronta para o consumo.

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Fonte: James Dyson Foundation

Quinta-feira, 05 de fevereiro de 2015.